19:10 ,Quinta-feira, 30 Outubro, 2014

“O MPLA tem medo do cidadão” – Chivukuvuku

Líder da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, fala sobre os seus projectos de superação do “Eduardismo” em Angola.O MPLA tem medo do cidadão, quem manipula não pode permitir ao cidadão ver a verdade. Ora se o MPLA tem mais de cem deputados e a oposição pouco mais de trinta, não tem esse partido argumentos para demonstrar ao Ler mais >>>

Relatório Guiné-Bissau e Angola são dos países com mais fome e subnutrição

O que é a fome? A fome é a escassez de alimentos que, em geral, afeta uma ampla extensão de um território e um grave número de pessoas. Num índice sobre fome e nutrição, um total de 45 países foram analisados no contexto de 22 indicadores que procuram medir a atuação dos governos nas áreas Ler mais >>>

Alerta:Em Luanda,crianças não entram no sistema formal de ensino por falta de registo civil.

As crianças não registadas à nascença têm problemas em aceder à educação, cuidados de saúde e apoio social, e são mais facilmente alvo de escravidão e de tráfico humano . “O registo de nascimento é mais do que apenas um direito. É o modo como uma sociedade começa por reconhecer a existência de uma criança”, Ler mais >>>

Exigência Seguro obrigatório em Angola gera filas e centenas de multas

Embora definido formalmente como obrigatório, Angola viveu nos últimos anos com o fechar de olhos das autoridades às viaturas que circulavam sem seguro de responsabilidade civil, a situação chegou ao ponto de, segundo as autoridades, apenas três por cento do parque automóvel, que ronda o meio milhão de viaturas, estar seguro. agora com a exigência Ler mais >>>

Professores que se manifestaram na Huíla detidos durante três dias

O sindicato de professores pede intervenção do Presidente da República para resolver a crise devido à incapacidade do Governo local. A persistente e alarmante violência institucional, a exemplo da tortura e do abuso de autoridade, corroem a integralidade do sistema de justiça e segurança pública. É urgente e necessário que as autoridades angolanas aprendam e Ler mais >>>

A saúde em Angola, está gravemente doente,nos cuidados intensivos, se nada for feito e apostar-se na continuidade, brevemente estará moribunda.

hospitais em angola

A Saúde em Angola“: Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças.” Que tipo de Saúde queremos para as nossas crianças, mulheres, idosos e nós próprios? Vamos a isso companheiros, falemos de Saúde, digam da vossa justiça. Os objectivos passam por melhorar as competências dos profissionais de saúde em áreas estratégicas e críticas, com vista a uma melhoria global dos serviços do sistema de saúde angolano, (Comentário CAI)

Mas a realidade da Saúde em Angola é confrangedora e depressiva ,é uma dor de alma ver como são tratados os angolanos nos hospitais públicos,postos de saúde,é uma vergonha nacional,vejam este pequeno relato,não podemos ficar indiferentes…

UMA REALIDADE NUA E CRUA!! UMA POUCA-VERGONHA! “”"ESTIVE ONTEM NO HOSPITAL DO PRENDA E CONFESSO FIQUEI DRAMATIZADO…POR FAVOR!QUEM DE DIREITO TOME NOTA DO DRAMA QUE É O HOSPITAL DO PRENDA…O HOSPITAL NÃO TEM AGUA CORRENTE A ALGUM TEMPO(NÃO POSSO ESPECIFICAR),MAS É SÓ VER O BLOCO OPERATÓRIO TODO COM AR DE INFECTADO,MESMO A VISTA DESARMADA…A ORTOPEDIA ENTÃO!!!!OS DOENTES DEFECAM ALI MESMO E NÃO HÁ NINGUÉM QUE OS ACUDA.AS FEZES ATÉ SECAM ALI MESMO COM TODO AQUELE CHEIRO NAUSEABUNDO QUE MAIS PROVOCA CREBUNCULO POR FALTA DE AGUA.COMO É QUE UM HOSPITAL DE REFERENCIA ENVÉS DE CURAR MATA OS PACIENTES MAIS RÁPIDO DO QUE EM CASA? Por: Mariano Almeida

A Organização Mundial da Saúde definiu o conceito de saúde como o bem-estar físico, mental e social. Angola tem vivido nos últimos anos um enorme crescimento económico e a sua capital Luanda é uma das cidades mais caras do mundo, mas mesmo assim, mais de metade da população angolana vive abaixo do limiar da pobreza e a mortalidade infantil é uma das mais altas do mundo

Isto é gravíssimo, onde estão as autoridades sanitárias, a vida humana já significa nada para ninguém, os médicos e os técnicos de saúde trabalham nestas condições sem denunciar, quem faz a gestão hospitalar, caminhamos para a degradação total, num País com patologias tão graves e maior parte das vezes mortais, como malária, febre tifóide, tuberculose, entre outras, onde se fazem apelos constantes a população que devem recorrer, hospitais e postos médicos de referência até porque são gratuitos, mas com hospitais nesse estado, achamos imoral e desumano continuarem a falar de sistema nacional de saúde, não se apura responsabilidades, não se fiscaliza, continuam a construir hospitais e postos médicos, a gastarem do erário público milhares de dólares, Angola precisa de políticas mais agressivas na Saúde e Assistência Social, para reverter esta situação que é vergonhosa para além de desumana.

O ministro da Saúde, José Van-Duném, disse há bem pouco tempo numa entrevista na TPA , haver dificuldades nos diversos ramos do sector que dirige, ao nível da Saúde existe cerca de três mil e quatrocentos e trinta e um médicos, havia em 2008 uma mortalidade de menores de cinco anos de 250 por mil nascidos vivos, em 2011 situou-se em 195, salientando que os números por si falam que «a saúde no país não está tão doente».

Nós achamos que a saúde está gravemente doente e nos cuidados intensivos, se nada for feito e apostar-se na continuidade, brevemente estará moribunda.

Angola, ainda se encontra numa fase “precária” em matéria de desenvolvimento da Saúde. “Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças. ”Que tipo de Saúde queremos para nós e para os nossos filhos? Sistema de Saúde, gratuidade da Saúde para todos os estratos sociais, saúde pública, privada, seguros de saúde? A cobertura dos nossos serviços de saúde deixa muito a desejar, como fazer para que as populações tenham um verdadeiro acesso aos cuidados básicos? No plano da organização, como suprir a principal carência que são os recursos humanos. Em particular no que respeita aos quadros necessários às actividades de gestão de serviços e de unidades sanitárias…Como suprir, a falta de infra-estruturas e de equipamento hospitalar, sobretudo ao nível da rede periférica. a ruptura frequente de stocks de medicamentos, a falta de bons gestores hospitalares? Enfim uma política nacional de saúde que procure conjugar, com a eficiência necessária, saúde e riqueza para uma vida saudável para todos os Angolanos.

Angola (450 mortes por 100 mil nascimentos), o principal desafio em matéria de estatísticas sobre mortalidade materna “é a falta de dados fiáveis”, uma vez que em Angola, estas mortes são frequentemente mal classificadas, estes números podem pecar por defeito, por isso continua entre os países com a taxa de mortalidade materna mais altas do mundo

Angola está ainda atrasada no cumprimento deste ODM (Objectivos do Milénio). que recomenda a adopção de medidas para conter a expansão de doenças como a sida, a malária e a tuberculose, bem como a redução da sua incidência, por isso a ONU alerta que o país “tem de fazer um grande esforço para a reduzir a níveis aceitáveis”.

Com os elevados níveis de corrupção e as fracas infra estruturas do País e a pilhagem dos recursos pelos senhores do Poder, os investimentos nas áreas da“ Saúde, educação, infra-estruturas básicas, comércio rural, água e energia, habitação condigna, emprego, segurança, justiça, protecção social , corrupção ,erradicação da fome pobreza e exclusão social” serão constantemente adiados e os angolanos principalmente os mais carenciados que são a esmagadora maioria, relegados para um plano secundário, vão ter que esperar por novos dias e novos políticos.

Qualquer cidadão nacional sabe que Angola tem dinheiro o que é preciso é uma boa governação com uma gestão séria e transparente dos dinheiros públicos, e que isso se reflicta nas condições e desenvolvimento de toda a população, em que 34% a vive abaixo da linha nacional de pobreza, com fracos acessos aos serviços de saúde, educação e ao mercado de trabalho,.

Angola, ainda se encontra numa fase “precária” em matéria de desenvolvimento da Saúde, as condições dos nossos hospitais públicos são uma prova real da precaridade do nosso sistema de saúde ,os angolanos endinheirados no que se trata de saúde procuram-na no exterior, têm muitas reservas no que concerne ao sistema de saúde nacional, o desejável seria:

- Acessibilidade aos cuidados de saúde, principalmente aos cuidados primários de saúde para todos, deve servir de base para a reorganização do sistema de saúde em geral e do Serviço Nacional de Saúde em particular.

A malária continua a ser a principal causa de morte, seguida de anemias, doenças respiratórias e má nutrição, as unidades hospitalares não tem capacidade para atender todos os pacientes, dorme-se até nas casas de banho, chegam a ter quatro pessoas numa cama e muita gente no chão e ainda com o problema dos doentes internados, que são abandonados pelos familiares. As condições insalubres em muitos bairros de Luanda são um problema para a saúde dos habitantes, uma cidade com cerca de seis milhões de pessoas em que o saneamento básico é quase nulo, os cidadãos são unânimes em apelar para a melhoria urgente das condições nos hospitais e postos médicos. “O MINSA deve analisar as queixas dos utentes e dos seus familiares  relativas ao mau funcionamento, deficiente prestação de cuidados e de fracas condições de determinadas instituições de saúde, tomando medidas no sentido de serem colmatadas essas situações ou se ultrapassarem as dificuldades existentes.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é recomendável que exista um médico por cada mil habitantes, no entanto em Angola há  mais ou menos 3  médicos por cada 7 mil habitantes ou mais, como em Angola há cerca de três mil e quatrocentos e trinta e um médicos, segundo  o MINSA, e o nº de habitantes indeterminado estima-se que haja mais de 22 milhões. 

Em Angola as pessoas continuam a não ter direito a indignarem-se, mesmo que a sua casa seja demolida e passe a viver em tendas, quando um hospital desaba e os doentes passam para as tendas, crianças excluídas do ensino oficial , pobreza ,fome, exclusão social, desemprego uma panóplia de casos mas ninguém se deve indignar

Enfim uma política nacional de saúde que procure conjugar, com a eficiência necessária, saúde e riqueza para uma vida saudável para todos os Angolanos.

Circulo, este é o nosso desafio!

Artigo CAI 2012

 


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