20:49 ,Segunda-feira, 22 Dezembro, 2014

748 milhões de pessoas sem acesso a água potável e Angola não foge a regra.

“Investir em água e saneamento, aumentar o acesso e reduzir as desigualdades”.“É decisivo sabermos como vamos transformar as descobertas, o conhecimento, as competências que existem, em aconselhamento para a política e na prestação de serviços para o desenvolvimento sustentável de Angola.É urgente e necessária a melhoria do abastecimento e da qualidade da água nas cidades, na Ler mais >>>

“O MPLA tem medo do cidadão” – Chivukuvuku

Líder da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, fala sobre os seus projectos de superação do “Eduardismo” em Angola.O MPLA tem medo do cidadão, quem manipula não pode permitir ao cidadão ver a verdade. Ora se o MPLA tem mais de cem deputados e a oposição pouco mais de trinta, não tem esse partido argumentos para demonstrar ao Ler mais >>>

Relatório Guiné-Bissau e Angola são dos países com mais fome e subnutrição

O que é a fome? A fome é a escassez de alimentos que, em geral, afeta uma ampla extensão de um território e um grave número de pessoas. Num índice sobre fome e nutrição, um total de 45 países foram analisados no contexto de 22 indicadores que procuram medir a atuação dos governos nas áreas Ler mais >>>

Alerta:Em Luanda,crianças não entram no sistema formal de ensino por falta de registo civil.

As crianças não registadas à nascença têm problemas em aceder à educação, cuidados de saúde e apoio social, e são mais facilmente alvo de escravidão e de tráfico humano . “O registo de nascimento é mais do que apenas um direito. É o modo como uma sociedade começa por reconhecer a existência de uma criança”, Ler mais >>>

Exigência Seguro obrigatório em Angola gera filas e centenas de multas

Embora definido formalmente como obrigatório, Angola viveu nos últimos anos com o fechar de olhos das autoridades às viaturas que circulavam sem seguro de responsabilidade civil, a situação chegou ao ponto de, segundo as autoridades, apenas três por cento do parque automóvel, que ronda o meio milhão de viaturas, estar seguro. agora com a exigência Ler mais >>>

Angolanos atentos às renováveis em Portugal

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“A estratégia é olhar para fora. Os ativos não podem estar todos cá dentro”, garantiu Manuel Vicente,não percebemos o que isto quer dizer, entretanto as falhas de luz são frequentes em Angola,principalmente em Luanda, onde a maioria das casas vive com um gerador.As formas de armazenamento de energia solar ou éólica que existem são pouco eficientes quando comparadas com as formas de armazenamento de petróleo, gás ou até energia hidroeléctrica, por isso é conveniente que o governo faça  análises exaustivas do custo-benefício e  as políticas públicas na priorização do desenvolvimento de infra-estrutura devem ser revistas e melhoradas tendo sempre em vista o interesse público, essa das renováveis fazerem parte da estratégia angolana para levar energia barata às províncias mais pobres,é uma anedota..(Comentário CAI)

Dois ministros angolanos, o mesmo tema: renováveis. Luanda está interessada na tecnologia portuguesa e o assunto foi discutido ao mais alto nível. Manuel Vicente e Abraão Gurgel, ministro da Economia, avaliaram o tema na última quinta feira com Álvaro Santos Pereira, em reuniões separadas. “As renováveis são uma área que nos interessa”, admitiu Abraão Gurgel, juntamente com a “banca e outras reservas em áreas financeiras”.

Nas renováveis, o primeiro passo já foi dado: caberá a uma empresa portuguesa – a Gesto Energia – fazer o primeiro mapa geológico de Angola, a primeira etapa neste processo. As renováveis fazem parte da estratégia angolana para levar energia barata às províncias mais pobres.

Com uma economia muito dependente dos combustíveis fósseis, Luanda também está interessada em diversificar o seu mix energético, mesmo mantendo o foco no petróleo. Recentemente, Manuel Vicente, que foi presidente da Sonangol durante 12 anos, assumiu ao Financial Times (FT) que um dos objetivos do governo passa por multiplicar por cinco a produção de barris, elevando–a para 500 mil barris/dia. Com explorações em cuba e no Iraque, entre outros países, a Sonangol adquiriu, em 2009, a brasileira Stalefish. “A estratégia é olhar para fora. Os ativos não podem estar todos cá dentro”, garantiu Manuel Vicente.

Falhas de luz são frequentes em Angola. Até em Luanda, onde a maioria das casas vive com um gerador


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